domingo, 10 de fevereiro de 2013

You Belong With Me-Cap 05.


You Belong With Me-Capítulo 05.

"As long as you love me, 
I'll be your soldier,
Fighting every second of the day"


Olho em volta e simplesmente estou sem reação, minha mãe desmaiada e Gabriel, Gabriel morto!
-(Seunome)? O que aconteceu aqui? –Meu pai pergunta, se afastando de mim.
-E-eu, eu não sei! –Respondo. –Ela desmaiou ao me ver e... Ga-ga... Ah meu Deus! –Falo e desabo a chorar, caindo no chão sem forças. A cozinha estava completamente ensanguentada e no peito de Gabriel, havia uma marca de tiro.
-Chame uma ambulância! Agora! –Meu pai grita. Levanto do chão e vou até o telefone correndo, trêmula. Ligo para a família de Gabriel também, que chegam à minha casa junto com a ambulância.
-Meu fil... Meu filho! –A mãe dele se joga ao seu lado. Minha mãe foi levada para o hospital, meu pai foi junto e agora... Só resta eu e os pais de Gabriel. –Foi você! Sua vadia, louca, descontrolada! Foi você! –Ela grita, me empurrando. O senhor Peterson segura ela pelo braço.
-Não, não foi! Eu não estava aqui eu... –Justifico, chorando descontroladamente.
-Me solta, me larga! –Ela gritava, se debatendo desesperada. O pai de Gabriel levou ela para a sala, enquanto cuidavam do corpo de Gabriel. Subi correndo para o meu quarto, peguei meu telefone tremendo e...

-Ligação On-

-Foram vocês! Foram vocês não foram? –Dizia, soluçando. –Por que fizeram isso? Ele era inocente!
-Você não deveria ter apontado uma arma para ele! Ele ia descobrir!
-Nã... Não justifica! –Grito chorando e desligo o telefone.

-Ligação Of-

-1 semana depois-

-9 de fevereiro-

Faz uma semana desde que Gabriel foi morto e enterrado a polícia concluiu que foi assassinato, e estão investigando. Justin, lembra dele? Nunca mais o vi e espero realmente não encontrá-lo, não quero sua vida em jogo. Estaciono o carro na praia deserta, onde o vi pela última vez. Caminho até uma barraca, antes de lanches, e me encosto em uma barra, observando o mar. Sinto duas mãos tocarem meu rosto, cobrindo meus olhos, apesar de parecer impossível e muito estranho, de alguma forma, sinto que sei quem é.



-O que faz aqui? –Pergunto, assim que olho em seus olhos. Sorrimos.
-Tava tão distraída que nem me ouviu chegar! –Ele diz. –Senti sua falta! –Me abraça, apertado. Sorrio.
-Eu não acredito em você, mas senti sua falta também! –Respondo.
-Pois eu acredito em você, e acho que deveria fazer o mesmo! –Diz, separando nosso abraço.
-Mas iai, não respondeu minha pergunta, o que faz aqui? –Pergunto, enquanto ele senta em um banco.
-Sabia que ia te encontrar aqui, então. –Sorrio, e viro de costas, voltando minha atenção ao mar.
-Vi você no jornal... Bom seu nome, só. –Ele fala, confuso. Olho para ele imediatamente.
-Como assim?
-Por que o nervosismo todo? Nem sabe se é você... –Ele responde, rindo sem graça.
-É, não deve ser... O que dizia?
-Um homem foi assassinado em uma casa aqui perto.
-Que... Que horrível. –Faço de desentendida, não quero que ele fique sabendo nada além do que foi esclarecido para os demais, não quero ser obrigada a mentir.
-Você tá bem? –Ele me pergunta, se levantando. Faço que sim com a cabeça e dou um sorriso falso.
-Bom, quer dar uma volta Justin? –Falo, colocando as mãos nos bolsos do short.
-Eu to com fome, conhece algum restaurante bom por aqui? –Ele fala sorrindo.
-Claro, vamos! –Nós vamos em direção ao carro e Justin insiste para que eu vá com ele, deixo o carro lá depois pego. Chegamos a um restaurante.
-Não posso ser notado, não esquece! –Ele me lembra, colocando o boné. Reviro os olhos e entramos. Justin desastrado tropeça no pé do homem que estava em uma das mesas. –Desculpa! –Ele diz, com uma voz estranha, em inglês. O homem olha com cara de desentendido, me preocupo e saio puxando ele pelo braço.
-Justin, além de idiota você é desastrado! E eu é que tenho que lembrar que você não pode ser reconhecido... Nem você mesmo lembra Justin! –Falo rindo. Sentamos em uma mesa afastada e fazemos os pedidos. –Você está no Brasil inteligência! –Ele revira os olhos.
-O que eu deveria falar? –Ele pergunta, bebendo suco.
-Desculpa!
-Des... Des...
-Desculpa, Justin!
-Decurpa! –Ele tenta pronunciar, começo a rir.
-É, isso aí. –Falo rindo.
-Para de rir.
-Tá, decurpa mesnino! –Continuo rindo.
-Ah, essa frase eu entendi, me ensinaram da outra vez! –Ele fala sorrindo.
-Justin, me poupe, sua pronuncia tá...
-Não fala! –Ele interrompe.
-Tá, tanto faz. –Nossos pedidos chegam e começamos a comer.
-Por que desapareceu depois daquele dia? –Ele me pergunta.
-Eu não desapareci só não nos encontramos mais. –Bebo um pouco do suco.
-Me dá seu telefone? –Ele pede.
-Não você tem um monte. –Falo e continuo comendo. Ele dá uma risada.
-Você entendeu. –Trocamos números de celular e Justin insistiu em tirar uma foto minha, para colocar nos contatos. Tirei uma dele também e ficou perfeita.

Continua...

"Gabriel morto! (Seunome) com uma arma? Conhece os assassinos? Justin correndo perigo? Tem mistério aí..."

Heeeey minhas gatenhas *-*
Enfim, me desculpem pela demora e pelo capítulo pequeno, meesmo! É que eu tava realmente sem tempo, mas muito obrigada pelos comentários respondido lá no capítulo mesmo suas lindas <3
Espero que gostem de verdade e comentem bastante <3 Oolha, não me abandonem mesmo que demore um pouco para postar, eu NÃO VOU DEMORAR mais, tanto que tenha comentário u.u kk, perdi uma seguidora linda por conta da demora, e isso me deixou muito triste, sério :(
Mas enfim, comentem, marquem muuuuito!
Divulguem o blog, ajudem a crescer *-* Obrigada *-*
Bjooos maridas do Justin :*

Divulgando:  http://karineejustin.blogspot.com.br 
Flor, esse link que você me deu, não tá encontrando o seu blog, manda de novo, para divulgar e eu poder começar a ler :*